Mostra Sesc de Cinema

08/11 – Terça-feira

Sessão 1 | 14h| Classificação livre | Duração: 42 min

  • Criatura, Dir. Otto Guerra / Erica Maradona / José – RS

Sinopse: Depois de perder seu cãozinho de estimação, Bruno recebe a visita de uma criatura que virá a ser seu grande parceiro de aventuras. Zumbata é um enorme ciclope amarelo fruto da fértil imaginação do menino. Juntos descobrem que a vida real não basta.

  • Cadim, Dir. Luisa Pugliesi Villaça – SP
  • O sonho de Zezinho, Dir. Edmundo Lacerda – BA

Sinopse: Embalado pelo sonho de se tornar cineasta, um menino de periferia inventa a sua maneira de fazer cinema.

  • Meu nome é Maalum, Dir. Luiza Copetti – RJ

Sinopse: Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista. Assim que ela chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.

Sessão 2 | 19h | Classificação 12 anos | Duração: 39 min

– “Cuna” – Dir. Camila Campos e Gabi Etinger. 2021. 5min

Sinopse: Cuna significa “origem”, “berço” e nasce com uma única intenção: trazer uma reflexão ao público em geral sobre a importância da nossa inserção e cuidado com as relações interpessoais e com o meio ambiente contrapondo a Covid-19. A compositora Camilla Campos junto à designer gráfica Gabi Etinger, e a artista audiovisual Manoela Veloso se unem e trazem os seus olhares sobre esta grande pausa que a Covid-19 nos trouxe através desta linda animação para toda a família.

– “De tudo um pouco sabia costurar” – Felipe Moraes. 2022. 24min

Sinopse: Sob a ótica e narrativa de Dona Carmen, uma costureira negra que através de sua arte apresenta recortes de histórias que se entrelaçam, abrindo outras camadas sociais, culturais, raciais e de gênero trazidas entre o alinhavar da agulha e o tecer das palavras contadas. O filme constrói uma relação entre costura e memória, onde a câmera como dispositivo de contar histórias apresenta diferentes possibilidades temporais e dimensionais.

– “Doc doc” – Dir. Laís Alves da Silva Cruz. 2021. 4min

Sinopse: O filme-carta traz algumas reflexões que permeiam a minha vida e como revisitar a memória me ajuda a trilhar o meu caminho.

– “Carta para Dalva” – Dir. Milena Araújo de Souza. 2020. 4min

Sinopse: Quatro anos de gravações experimentais do cotidiano da avó materna, Dalva Rosa, resultaram em um filme carta em contínua construção, um relato fílmico das palavras que não chegam nas conversas entre uma avó e uma neta, sobre aquilo que se aproxima e se distancia em vivências com 63 anos de diferença.


09/11 – Quarta-feira

Sessão 3 | 09h| Classificação livre | Duração: 42 min

  • Criatura, Dir. Otto Guerra / Erica Maradona / José – RS

Sinopse: Depois de perder seu cãozinho de estimação, Bruno recebe a visita de uma criatura que virá a ser seu grande parceiro de aventuras. Zumbata é um enorme ciclope amarelo fruto da fértil imaginação do menino. Juntos descobrem que a vida real não basta.

  • Cadim, Dir. Luisa Pugliesi Villaça – SP
  • O sonho de Zezinho, Dir. Edmundo Lacerda – BA

Sinopse: Embalado pelo sonho de se tornar cineasta, um menino de periferia inventa a sua maneira de fazer cinema.

  • Meu nome é Maalum, Dir. Luiza Copetti – RJ

Sinopse: Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista. Assim que ela chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.

 

Sessão 4 | 14h | Classificação 12 anos | Duração: 66 min

– “Jacinta Passos, se me Quiseres Amar” – Dir. Thiago Paulino. 2021. 51min;

Sinopse: Mulher, comunista, louca? Muitos são os rótulos e, dependendo do contexto, mais fortes ainda são as marcas deixadas na vida de alguém. “Jacinta Passos, Se me quiseres Amar” é o nome do documentário que traz à tona versos e parte da vida da poeta e militante comunista que passou os últimos anos de sua vida internada em um Sanatório em Aracaju na década de 70. O filme traz alguns episódios da poeta de família privilegiada do Recôncavo Baiano que, depois de muitos caminhos e descaminhos, foi morar em um casebre numa vila de pescadores às margens do rio Sergipe.

 

– “Linhas do Tempo” – Dir.Caroline Mendonça. 2021. 25min;

Sinopse: A partir de memórias colecionadas ao longo de sua trajetória de vida, a fotógrafa Maria Góes recria, aos 85 anos, cenas de seu imaginário em quadros bordados a mão. Linhas do Tempo capta a maneira sensível as nuances do envelhecer enquanto tece ponto a ponto a história de uma mulher inspiradora. A voz e os registros de Maria Góes nos conduzem pelas suas lembranças onde podemos reviver cenas de sua infância no sertão sergipano, da juventude na vibrante São Paulo dos anos 50 e somos embalados pelas histórias na apaixonante Aracaju dos anos 70.

 

Sessão 5 | 19h | Classificação 12 anos | Duração: 63 min

– “Arte que vem das Ruas” – Dir. Cariolando dos Santos. 2021. 30min

Sinopse: Os artistas de rua, das praias, dos calçadões e todos os lugares relatam suas vivências e dificuldades que encontraram com a fiscalização em Aracaju e diversos outros lugares do país. A produção desse documentário tem intuito de dar prosseguimento ao projeto de dar visibilidade e voz aos artistas de rua, que sofrem abusos de algumas autoridades municipais e estaduais que atropelam o artigo quinto da constituição, onde impedem os artistas de rua de apresentar e comercializar suas artes e suas produções em locais públicos.

– “Falcão Negro: O Vôo de um Campeão” – Dir. Andrei Ferreira da Silva. 2022. 33min

Sinpse: “Falcão Negro: o Vôo de um Campeão”  trata de um atleta sergipano, Cledvaldo Santos Barreto, mais conhecido como Falão, detentor do título de campão mundial e artes marciais na modalidade kickboxing.


10/11 – Quinta-feira

Sessão 6 | 9h | Classificação livre| Duração: 42 min

  • Criatura, Dir. Otto Guerra / Erica Maradona / José – RS

Sinopse: Depois de perder seu cãozinho de estimação, Bruno recebe a visita de uma criatura que virá a ser seu grande parceiro de aventuras. Zumbata é um enorme ciclope amarelo fruto da fértil imaginação do menino. Juntos descobrem que a vida real não basta.

  • Cadim, Dir. Luisa Pugliesi Villaça – SP
  • O sonho de Zezinho, Dir. Edmundo Lacerda – BA

Sinopse: Embalado pelo sonho de se tornar cineasta, um menino de periferia inventa a sua maneira de fazer cinema.

  • Meu nome é Maalum, Dir. Luiza Copetti – RJ

Sinopse: Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista. Assim que ela chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.

 

Sessão 7 | 19h | Classificação 12 anos | Duração: 45 min

– “A Velha do Shopping” – Dir. Gabriela Caldas. 2022. 20min

Sinopse: Uma presença singular na cidade. Memória coletiva, compreensão e humanidade.

 

– “Talvez eu nunca tenha Amado” – Dir. André Gonçalves Aragão. 2022. 25min

Sinopse: Uma criança cresce em um mundo solitário e doente, Após 35 anos, a busca por seu passado a leva a um caminho de lembranças, fantasmas e reflexões. Teria ela um dia conhecido o amor?


11/11 – Sexta-feira

Sessão 8 | 9h | Classificação livre| Duração: 42 min

  • Criatura, Dir. Otto Guerra / Erica Maradona / José – RS

Sinopse: Depois de perder seu cãozinho de estimação, Bruno recebe a visita de uma criatura que virá a ser seu grande parceiro de aventuras. Zumbata é um enorme ciclope amarelo fruto da fértil imaginação do menino. Juntos descobrem que a vida real não basta.

  • Cadim, Dir. Luisa Pugliesi Villaça – SP
  • O sonho de Zezinho, Dir. Edmundo Lacerda – BA

Sinopse: Embalado pelo sonho de se tornar cineasta, um menino de periferia inventa a sua maneira de fazer cinema.

  • Meu nome é Maalum, Dir. Luiza Copetti – RJ

Sinopse: Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que Maalum sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista. Assim que ela chega na escola, todos riem do seu nome. Ela não entende o porquê e, com ajuda da sua família, Maalum vai descobrir o significado e a tristeza se transforma em orgulho através da sua ancestralidade.

 

Sessão 9 | 14h | Classificação 12 anos | Duração: 76 min

– “Samba de Pareia da Mussuca” – Dir. Marco Vieira. 2021. 5min;

Sinopse: Numa roda de samba as mulheres são lembradas pela malemolência, pelas roupas coloridas e pela alegria de sambar. Mas o que fazem quando não estão caracterizadas? O Samba de Pareia da Mussuca às apresenta e faz um convite para sambar com elas.

 

– “Entre Lambes e Caboclos” – Dir. Ricardo Vieira da Costa. 2022. 7 min;

Sinopse: Uma tradução poética da guerra dos Lambe Sujos e Caboclinhos, uma manifestação da cultura popular sergipana. A obra expressa nos campos sonoro e visual a transmutação da experiência sensorial do criador. Na trama, o folguedo representa e encena uma batalha secular e atemporal entre os Lambe Sujos, escravos organizados em quilombos do Vale do Cotinguiba (Laranjeiras-SE) e índios Caboclinhos.

 

– “Geruzinho” – Dir. Juliana Teixeira Barros. 2021.14min

Sinopse: Nas ladeiras do bairro Cirurgia, os irmãos Dingo Bala, Mestre Nenê, Niquimba e Nego Dadá construíram o bloco afro Descidão dos Quilombolas, uma história sobre a importância dos tambores na conexão do povo preto à sua ancestralidade.

 

– “O Corpo da Comido é o Barro” – Dir. Paloma Vieira de Melo Naziazeno. 2021. 21min

Sinopse: Os corpos que habitam as múltiplas existências do feminono. entre a comida e a terra, o corpo é côncavo. Recebe, alimenta e molda. Três mulheres e três ofícios.

 

– “Incubadora de Som”. Dir – Marcus Vinicius Leite Batista. 2022. 29min

Sinopse: Incubadora de som é um documentário que aborda sobre o processo de gestação da música(do estúdio ao videoclipe). E tem como protagonista o atista sergipano Nandinho D'aguada com sua composição Toni e o mundo.

 

Sessão 10 | 19h | Classificação 12 anos | Duração: 90 min

 

– “Ágora” Dir – Lourdes Daniela Morte Suarez. 2021. 25min

Sinopse: ÁGORA é o local onde agentes culturais se entrecruzam-se, refletem e questionam o fazer coletivo. O documentário tece duas linhas discursivas – a da construção coletiva e a da memória – que andam paralelas e rememoram a cena artística e independente em Aracaju – SE.

 

– “Renasço” – Dir. Natália Cruz Alves. 2021. 27min

Sinopse Táia é uma multiartista independente sergipana que conta sua história de renascimento enquanto mulher detentora da multiplicidade artística e na vida, usando de cenário lugares da sua cidade, Aracaju, mesmo quando estes estão nos seus sonhos e projeções.

 

–  “Corpo Verbal” – Dir. Davi de Souza Cavalcante. 2022. 38min

Sinopse: Corpo Verbal é um desdobramento de uma extensa pesquisa sobre corpo e comunicação silenciosa. Nesta obra documental, os pesquisadores Davi Cavalcante e Joana Hevelyn buscam tornar acessível diálogos sobre o uso da linguagem corporal. Fazendo um paralelo entre teoria e prática, emissão e recepção, o filme apresenta um panorama sobre outras possibilidades de expressão além da oralidade.