
A Mostra Sergipana de Música Sescanção completou 25 anos de história em 2021. E, após um hiato por conta da pandemia, voltou a acontecer de forma intimista, seguindo os protocolos de saúde. Nesta edição, oito artistas foram selecionados para se apresentar no palco do auditório do Sesc Comércio entre os quase 100 inscritos.
“São 25 anos de muitas realizações, de muita gente boa no palco do Sescanção. Tempo de formação de cantores e artistas que hoje caminham pelo mundo. O Sesc cumpre o seu papel e a gente fica muito feliz com isso porque nós temos a missão de propagar a música e a cultura que transforma e gera alegria e riqueza de alma”, destacou Aparecida Farias, diretora regional do Sesc.

O evento começou com a roda de conversa “Diálogos Musicais” e a apresentação do Quinteto de Cordas do Laboratório das Juventudes do Sesc. As performances artísticas de Chacrinha, pelo ator Eduardo Freitas, e de dança, com Rita Basílio e as suas alunas do Grupo Nova Vida do Sesc Socorro animaram a plateia.

Na primeira noite, a música instrumental foi destaque nas composições de Lucas Rodrigges e Ítalo Neno. A diversidade foi a marca da segunda noite da mostra. JB, Lara Caju e Juninho Alê levaram canções marcantes ao som do hiphop, ritmos populares e música gospel.
O Sescanção terminou com shows de Táia, Mildes e Jaque Barroso em uma mescla de MPB, blues, forró, música eletrônica e cultura popular, ressaltando a força da resistência cultural e ancestralidade com críticas ao racismo e destaque para o empoderamento feminino e negro.
Ao final do evento, foi aberta uma votação pública no site do Sesc Sergipe para a escolha de quatro representantes para se apresentarem no palco do Natal Iluminado, que acontece na Praça Fausto Cardoso, no Centro de Aracaju.
