Vivência de literatura – Nordeste das Artes


Publicado em : 19/08/2019 | por Fabricio Santiago | Agência Comércio | Atualizado em: 19/08/2019





Bruno Ribeiro

Bruno Ribeiro nasceu em 1989, é um mineiro radicado na Paraíba. Autor do livro de contos Arranhando Paredes (2014) traduzido para o espanhol pela editora argentina Outsider e dos romances Febre de Enxofre (2016) e Glitter (2018), que foi pré-selecionado ao Prêmio Sesc de Literatura 2016 e finalista da 1° edição do Prêmio Kindle. Mestre em Escrita Criativa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), foi um dos vencedores do concurso Brasil em Prosa, promovido pelo jornal O Globo e pela Amazon.

 


Calila das Mercês

Calila das Mercês Oliveira, é pesquisadora do Grupo de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea – GELBC (UnB), doutoranda do Programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade de Brasília – UnB, Mestre em Estudos literários, pela Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS. Realiza estudos sobre movimentos, deslocamentos, representações e (re)mapeamentos de mulheres negras na literatura contemporânea. Desenvolveu o projeto “Publicações da Bahia: Mapeamento e diagnóstico da cadeia produtiva do livro da Bahia” através do CNPq. Coordena o projeto Escritoras Negras da Bahia. Recebeu o Prêmio Pesquisa Literária da Fundação Biblioteca Nacional, 2015 pelo projeto de dissertação e o Prêmio Antonieta de Barros – Jovens Comunicadores Negros e Negras, em função do projeto Escritoras Negras. Publicou o artigo “O insólito nos cordéis: um estudo sobre os folhetos de Franklin Maxado”, que propõe uma análise acerca de quatro livretos de cordel desse escritor baiano.

 


Celso Borges

Celso Borges é de São Luís do Maranhão, onde nasceu em 1959. Poeta, jornalista e letrista, viveu em São Paulo durante 20 anos e retornou a São Luís em 2009. Parceiro de Chico César, Fagner e Zeca Baleiro, entre outros, tem dez livros de poesia publicados, entre eles Pelo avesso (1985); Persona non grata (1990); Nenhuma das respostas anteriores (1996), XXI (2000), Música (2006) e Belle Époque (2010), os três últimos no formato de livro-CD, com a participação de mais de 50 poetas e compositores brasileiros. Em 2013 lançou o livro e o vídeo O futuro tem o coração antigo, estabelecendo um diálogo com a fotografia.
Desde 2005, Celso Borges desenvolve projetos de poesia no palco, o primeiro deles, Poesia Dub, com o DJ jornalista Otávio Rodrigues, quando ainda morava em S. Paulo. De volta a São Luís, monta A Posição da Poesia é Oposição, com o percussionista Luiz Claudio e o guitarrista Christian Portela; e A Palavra Voando e Sarau Cerol, com o artista Beto Ehongue.
Celso Borges investe em experimentações em torno da palavra dita, saída do papel, ganhando vida em voz e arranjos instrumentais. Suas leituras revelam a musicalidade presente em sua obra. Nos livros-CDs, a voz dialoga com trilhas, guitarra, baixo e percussão, proporcionando ao poema uma estrutura sonora além da sua própria musicalidade, ampliando o texto para além da página do livro. A idéia é valorizar a linguagem falada em diversas possibilidades. Em síntese: música da palavra, palavra musicada, música falada, música calada, palavra cantada e música celebrada.
Em 2010/2011, apresentou o programa Biotônico, na rádio Uol, ao lado do compositor Zeca Baleiro e do jornalista Otávio Rodrigues. Com Baleiro co-produziu em 2013 o disco A Palavra Acesa de José Chagas, com participação especial de Fagner, Ednardo, Lula Queiroga, Chico César etc. Borges tem poemas publicados em várias revistas nacionais de literatura, entre elas Coyote, Poesia Sempre, Oroboro e Celuzlose. Foi curador da Feira do Livro de São Luís em 2013 e 2014 e edita a revista cultural Pitomba! com os escritores Reuben da Cunha Rocha e Bruno Azevedo.

 


Cida Pedrosa

Cida Pedrosa nasceu em 1963, em Bodocó, Sertão de Pernambuco. É escritora, recitadora, feminista, militante dos direitos humanos e das causas ambientais. É formada em direito e pós graduada em ciência política. Vem atuando como gestora pública, curadora literária e produtora cultural. Na década de 80, militou e fez parte da coordenação do Movimento de Escritores Independentes de Pernambuco, que agregou a cena cultural alternativa e marginal da época, em recitais e performances de rua, exposições, feiras e vendas de livros. Publicou oito livros de poemas: Gris (CEPE, 2018) Claranã (Confraria do Vento, 2015) Miúdos (Interpoética, 2011), As filhas de Lilith (Calibán, 2009, 1ª edição e Selo Claranan, 2017, 2ª edição), Gume (2005), Cântaro (2000), O Cavaleiro da Epifania (1986) e Restos do Fim (1982), estes últimos em edição do autor. Os livros Claranã e As Filhas de Lilith foram finalistas no prêmio Oceanos e Gris foi premiado pela Academia Pernambucana de Letras. Tem participação em antologias e coletâneas de poemas e contos, no Brasil e no exterior. Foi uma das editoras do site Interpoética que esteve na rede de 2005 a 2016 e era o maior acervo de literatura Pernambucana online. Anda experienciando resenhar e apresentar escritoras mulheres no seu canal do youtube“FRESTA”.

 


Euler Lopes

Euler Lopes Teles é Mestre em Estudos Literário pela Universidade Federal de Sergipe. No ano de 2010 funda o Grupo de Teatro A Tua Lona onde participa como ator, diretor e dramaturgo, montando os espetáculos Os Marginais (2010-2012); Menina Miúda, O Vômito, O vizinho do 203- também encenado pela Cia Acontece (CE) recebendo o prêmio de melhor texto no 8º Festival de Esquetes Bilunga Bivar de Teatro (2011); Ela Esteve Aqui (2013) e O Conselho (2016).Como dramaturgo foi contemplado no III Concurso de Jovens Dramaturgos da Escola Sesc de Ensino Médio com o texto O Conselho em 2013. Em 2014 é terceiro lugar no Concurso de Dramaturgia Proscênio com o texto Prendam Antônia Maria pelo seu Crime e com esse mesmo texto é um dos três textos selecionados pelo III EDIE (Encuentro de Dramaturgia Internacional Estudiantil), apresentado em Bogotá (Colômbia). Tem textos montados por outras companhias a exemplo de Senhora dos Restos (Cia Dicuri/SE), Mulheres do Aluá (O Imaginário –RO), Bicho M (Caixa Cênica/SE) Atuou como dramaturgo do Coletivo de Atores Educadores de 2012-2014, onde desenvolveu textos de teatro e educação. Em 2017 é um dos vencedores do I Prêmio de Roteiros Audiovisual Marcelo Déda com o roteiro Rio. Publica o livro 10 afetos (2017) com seus primeiros 10 textos dramatúrgico, e também o livro Bolor (2017).

 


Henrique Rodrigues

Henrique Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro, em 1975. É formado em Letras pela Uerj, com especialização em Jornalismo Cultural pela Uerj, mestre e doutor em Letras pela PUC-Rio. Já foi atendente de lanchonete, balconista de videolocadora, professor, superintendente pedagógico da Secretaria de Estado de Educação do RJ e coordenador pedagógico do programa Oi Kabum!. Trabalha na gestão de projetos literários no Sesc Nacional. É autor de 14 livros, entre poesia, infantis, juvenis e o romance O próximo da fila (Record), publicado também na França. É colunista do portal de notícias do meio editorial PublishNews.

 


João Henrique Vieira

João Henrique Vieira é produtor cultural independente, escritor e jornalista. Natural de Teresina- PI. Formado em Comunicação Social (UESPI). Publicou textos em revistas como Academia Onírica, Mallarmargens, Revista Garupa, jornal O Relevo e outros. Lançou de forma independente o livro de poemas “Olá, meu caro” (2010), e prepara seu segundo livro de poemas “Era um bicho que sorria na fotografia”, a ser lançado pela Editora Moinhos. É idealizador de projetos como Roda de Poesia Tensão, Tesão & Criação (Praça Pedro II), que reúne artistas e produtores culturais; Sarau da Casa (Casa da Cultura de Teresina); Tratamento Coletivo – Poesia, entre outros. Atua principalmente no campo poético como uma trincheira de resistência social e artística.

 


Jeová Santana

Jeová Silva Santana nasceu em Maruim (SE). É mestre em Teoria Literária pela Unicamp, doutor em Educação e Ciências Sociais pela PUC-SP, professor na rede pública de ensino em Aracaju e professor titular na Universidade Estadual de Alagoas. Publicou Dentro da casca (1993), A ossatura (2002), Inventário de ranhuras (2006), Poemas passageiros (2011), A crítica cultural no ensaio e na crônica de Genolino Amado (2014), O internato como modelo educacional segundo a literatura: um estudo sob a perspectiva da teoria crítica (2015) e Solo de rangidos (2016). Tem textos publicados nos sites balaiodenoticias (Aracaju), panoramadapalavra (Rio de Janeiro), verdestrigos (Presidente Prudente-SP) cronopios (SP), nas revistas Cult (São Paulo), Língua Portuguesa (São Paulo), Revista Brasileira de História da Educação (Campinas-SP) Cumbuca (Aracaju), Interfaces (União dos Palmares), nos jornais Cinform (Aracaju), Jornal da Cidade (Aracaju), Gazeta de Alagoas (Maceió). Tem parcerias musicais com Tatá Erê (cd Samba Saci, 2013) e Nino Karvan (CDs José, 2014, e No romper da madrugada (2015).

 


Manoel Cavalcante

Manoel Cavalcante, graduado em Odontologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é especialista em Saúde da Família pela Universidade Cândido Mendes, nasceu em Pau dos Ferros (RN). Escreve poesia desde a infância e seu primeiro livro foi “Um Caçuá de Cultura” (2007), lançado na escola em que estudava. Em 2013, publicou “Pau dos Ferros à Sombra da Oiticica”, obra que conta toda a história do seu município em cordel. Em 2016 lançou “Dorinha, a Pequena Gigante”, trabalho que retrata o bullying e que foi adotado por diversas escolas do Brasil. Em 2017 lançou “A Casa de Minha Avó” e o “Tão Perto, tão Longe”, que fala da tecnologia que une os distantes e distancia os próximos. Em 2018, publicou seu sexto livro “O Circo”, uma narrativa em sonetos, ao molde de obras clássicas como Os Lusíadas e algumas peças de Shakespeare, estilo que revela outra nuance de sua carreira literária. No mesmo ano, publicou “Se Fala Assim no Sertão”, um dicionário poético do palavreado sertanejo. Sua obra mais recente é “O Menino Livro” (2019), escrita em redondilhas menores. Manoel já possui 21 folhetos de cordel publicados, mais de 100 premiações em concursos literários no Brasil e até no exterior. É membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Literatura de Cordel (cadeira 4), da Academia de Trovas do Rio Grande do Norte (cadeira 17) e do Clube dos Trovadores do Seridó (cadeira 36).

 


Marco Severo

Marco Severo é professor formado em Letras/Inglês pela Universidade Federal do Ceará. Tem contos publicados no Brasil e no exterior. Colabora com diversos sites voltados para literatura. É também professor e orientador de alunos de Escrita Criativa. Antes desse livro publicou Os escritores que eu matei (2015, crônicas), Todo naufrágio é também um lugar de chegada (2016) e Cada forma de ausência é o retrato de uma solidão (2017), ambos de contos e Coisas que acontecem se você estiver vivo (2018, crônicas). Pode ser contactado através do seu site: www.marcosevero.com.br

 


Marta Eugênia

ARTA EUGÊNIA publicou o livro “Quanto tanto” (Multifoco, 2015). Graduada em Letras, Especialista em Linguística, é poeta e professora de Língua Portuguesa, Redação e Literatura na Rede Pública e Privada de Arapiraca/AL. Também ministra oficinas de Poesia em eventos da Universidade Estadual, em Arapiraca, da Universidade Federal do Sertão, em Delmiro Gouveia e em projetos do SESC. Desde 2017 media o Circuito de Autores do projeto Arte da Palavra em Arapiraca e Palmeira dos Índios. Reside em Arapiraca/AL.

Breno Airan/AL disse que como influência inconsciente a poetisa-musical Marta Eugênia parece colocar melodia em seus atos e desatos no papel, delineando por muitas vezes contratempos rítmicos que dão até mais fluidez ao seu estilo literário. É tudo uma questão de batida, de tempo entre suas flores e espinhos.

Lucci Collin/PR, durante o Arte da Palavra 2017, convidou-a a postar alguns de seus poemas no site GERMINA: http://www.germinaliteratura.com.br/2017/marta_eugenia_de_oliveira.htm

 


Juliana Leite

Nasceu em Petrópolis (RJ), em 1983. Graduada em Comunicação Social e Mestre em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), venceu o Prêmio Sesc de Literatura e o APCA com o seu romance de estreia, “Entre as mãos” (Record, 2018)

Entre as mãos: O romance gira em torno de uma tecelã que, depois de um grave acidente, precisa retomar os seus dias, reaprender a falar e levar consigo dolorosas cicatrizes – nãio apenas no corpo. Com personagens e tempos narrativos que se atravessam como fios traçados, este romance tem a marca de peça única, debruçando-se sobre questões como sobrevivência e ancestralidade, mas também amor e mistério a partir do corpo, do trabalho e dos gestos da protagonista, em duas fases da sua vida.

 

Tobias Carvalho

Nasceu em Porto Alegre em 1995. Cursa Relações Internacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e já participou de oficinas literárias. “As Coisas” (Record, 2018) é o seu livro de estreia.

As Coisas: Sensível e implacável por trás de uma escrita limpa e simples. As Coisas traz uma costura de vivências humanas sob a ótica de um jovem homossexual. O personagemconstante dessas histórias trbalha, viaja, estuda, cruza ruas de metrópoles agitadas, passa horas em aplicativos de encontros . Não há maquiagens para solidão, nem disfarce para o sexo. Ele sente, ele quer, ele ganha e perde, transformando-se de história em história e construindo um arco narrativo que alicerça todo livro.


 


Autor : Fabricio Santiago | Agência Comércio
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